quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Décimo segundo encontro do GESTAR II- Língua Portuguesa

31-10-2009 TP 2
Unidade 05 - Gramática e seus sentidosUnidade 06 - A frase e sua organização

Começamos o encontro comentando as atividades sugeridas nas unidades 5 e 6 . A gramática e seus vários sentidos. No momento os cursistas comentaram nas dificuldades que os alunos encontram entre a linguagem trazida de casa e aquela que a escola oferece, sabemos que na grande maioria das vezes o aluno reproduz nos textos sua linguagem diária.

Cabe a escola amenizar essas dificuldades, incentivando-o a leitura e a oralidade com aulas expositivas e trabalhos em equipe.

Na troca de experiências dos avançando na prática os cursistas puderam aproveitar os relatos dos colegas e compartilharam suas angustias e alegrias na difícil tarefa de ensinar. O professor quer sempre o melhor para seu aluno, cabe ao aluno aproveitar cada momento desses.
Na oficina realizamos as atividades propostas pela TP.
















Décimo primeiro encontro do GESTAR II- Língua Portuguesa

24-10-2009 TP
1Unidade 03 - O texto como centro das experiências no ensino da língua
Unidade 04 - A intertextualidade

Iniciamos a oficina com a leitura da fábula “as sete maravilhas do mundo”, recortado o último parágrafo, assim cada cursista após a leitura teria que listar, o que para ele, eram as sete maravilhas do mundo.

Terminada a leitura e feita a lista, os cursistas leram o que para eles eram as sete maravilhas do mundo, só depois foi distribuído o último parágrafo da fábula original.

Foi um momento de reflexão porque muitas vezes valorizamos algo e deixamos de dar valor naquilo que é realmente essencial.

A seguir os cursistas trocaram experiências apresentando os avançando na prática aplicados em sala.

Na parte 3 da oficina lemos a fábula “A língua” e desenvolvemos atividade sugerida pela TP.
AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO
Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, lhes foi pedido que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, prevaleceram os votos:
1) O Taj Mahal
2) A Muralha da China
3) O Canal do Panamá
4) As Pirâmides do Egito
5) O Grand Canyon
6) O Empire State Building
7) A Basílica de São Pedro







Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina ainda não tinha virado sua folha. O professor, então, perguntou à ela se tinha problemas com sua lista. Meio encabulada, a menina respondeu: — Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitas as maravilhas.
O professor disse: — Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la. A menina hesitou um pouco, então leu: — Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1 — VER
2 — OUVIR
3 — TOCAR
4 — PROVAR
5 — SENTIR
6 — PENSAR
7 — COMPREENDER






AMAR

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Décimo encontro do GESTAR II- Língua Portuguesa

10-10-2009 TP 1
Unidade 01 Variantes - lingüísticas:dialetos e registros.
Unidade 02 Variantes - lingüísticas:desfazendo equívocos.

Oficina o1

Começamos a oficina lendo o texto “O abismo do padrão” , da revista “Língua Portuguesa.”
O texto faz um relato do surgimento da norma padrão no Brasil, século XIX.
(“...com intuito de , na definição de Faraco , “neutralizar a variação e controlar a mudança,” numa tentativa de unificar a língua e torná-la unitária e homogênea.”)
(Revista Língua Portuguesa – Edição 19)

Sabemos que nosso alunos pertencem a várias classes sociais e assim cada um traz para a escola sua cultura, seu modo de falar, cabe a escola incentivá-lo a uma boa leitura, não deixando de valorizar o conhecimento que possui.

Como variação lingüística é um assunto agradável de se discutir, ainda mais por ser o Brasil um país muito miscigenado, possuímos vastas variações lingüísticas. Lemos alguns textos e frases que trazem variações lingüísticas de diferentes regiões do Brasil.

Os cursistas comentaram os avançando na prática aplicados, trocando muitas experiências, oportunizando as práticas vivenciadas dos colegas para aplicarem nas suas escolas, não esquecendo de abortar situações negativas.

Passamos para a oficina 1 da unidade 2,depois de lerem o texto, os cursistas comentaram as falhas que são comuns em textos produzidos por alunos na série sugerida, como: pontuação, vírgula, coesão e o vocabulário que não é típico de criança nesta série como o nome dos eletrodomésticos e suas utilidades detalhadas.

Frases de variações lingísticas estudadas na oficina:

- Mas, bah, de onde tu és tchê?
- Tirisdaí minino! Tá travacando o caminho.
- Orra, meu! Num to ti inteiindeiindo.
- Oh, bichim, diabeisso? Sei não
IMPORTANTE
Projeto Atlas Linguísticos do Brasil (Projeto ALIB)
Vale a pena conhecer, acesse:
www.alib.ufba.br


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

NONO ENCONTRO DO GESTAR II- LINGUA PORTUGUESA

26-09-2009 TP 6
Unidades 23-24
Unidade 23 – O processo de produção textual: revisão e edição
Unidade 24 – Literatura para adolescentes
Oficina 12

Demos início com as boas vindas aos cursistas. Fizemos um comentário das unidades 23 e 24. Os cursistas comentaram os “avançando na prática” aplicados em sala com seus alunos. Muitos professores optaram pelas atividades do avançando referente as gírias, por ser um assunto que o adolescente tem mais afinidade.

Tanto os professores como os alunos puderam conhecer gírias que desconheciam. Uma coisa que os alunos deixaram claro que usam a gíria quando estão com amigos, já em casa, com o pai e a mãe procuram usar outro vocabulário. A criatividade deles é surpreendente. Foi um assunto muito legal de comentar devido ao grande número de gírias que o jovem conhece. Na parte final da oficina muitos livros foram trazidos para a sala, assim os professores elaboraram as atividades sugeridas na oficina de uma forma bem interessante. Houve algumas sugestões dos cursistas, entre elas destacamos uma : O aluno ao pegar o livro de literatura que melhor lhe agradar escreverá uma síntese da história apenas observando a capa, o título e o autor , entregará à professora.

Quando o aluno terminar a leitura da obra a professora devolverá a síntese, com isso ele irá comparar o diagnóstico que fez no início com que realmente a história traduz .




quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO PARTICIPA DO GESTAR II - SORRISO - MT

Os alunos de Atendimento Educacional Especializado também participam do GESTAR II. A professora de português, claudeci juntamente com sua instrutora em libras Sirlene(que é uma pessoa surda) desenvolvem as atividades do curso com os alunos que estão inclusos nas salas regulares.
Sirlene é graduanda em Pedagogia e sua atuação no AEE é ensinar a LIBRAS aos alunos surdos como língua materna. A professora de português Claudeci ensina o português como segunda lingua para o surdo. Aplicando práticas pedagógicas para facilitar a vida dessas crianças e assim melhorar o relacionamento das pessoas com surdez tanto na família como na sociedade.Os alunos do Atendimento Educacional especializado também participam do GESTAR II.



sexta-feira, 2 de outubro de 2009

OITAVO ENCONTRO – TP 6 - PRODUÇÃO TEXTUAl: Planejamento e escrita

O encontro foi realizado em 12-09-2009. De início os professores escreveram um texto argumentativo, pois era o assunto sugerido na unidade 21. A argumentação poderia ser escrita sobre: ecologia, educação, Política ou trânsito. Ao término da atividade assistimos o filme. Língua-vidas em Português. Assim os cursistas puderam perceber como a língua portuguesa está evoluindo nesse mundo globalizados onde vivemos. No filme alguns escritores dão depoimentos a respeito da língua portuguesa, esse meio de comunicação, que faz com que as pessoas de países distantes usem o mesmo idioma para facilitar a comunicação seja através da fala, música, filme, documentário, escrita, etc. Após o filme os cursistas apresentaram os “avançando na prática”. Aplicados em sala. Por último fizemos a oficina 11 unidade 22. Espírito carvavalesco. (Moacyar Scliar) - Quero que você vá lá e mande eles pararem com esse barulho.

Continuação .............................(agora com os cursistas)

- É melhor esperar mais um pouco. Acho que já estão para acabar com o ensaio. Não precisamos criar confusão. Permaneceram na cama e aproveitaram para conversar um pouco sobre a época festiva. Passaram-se alguns minutos e o barulho persista. Levantaram da cama tomaram um café e ligaram o aparelho de TV. Para surpresa do casal a propaganda era sobre carnaval. Ela olhou para o marido e ele sugeriu o seguinte: - Que tal ligarmos para o Roberto e a Lígia e jogarmos uma canastra. - Ah! Fazer o quê. Já que não há outra saída e tenho um marido que não se presta a ir lá e resolver o problema?! Fizeram a ligação e o Roberto atendeu. Pouco se entendia o que ele falava, pois estava em uma festa. A única coisa que ele ouviu foi o convite para que o casal fosse até o local se divertir. Naquela altura do campeonato, aceitou o convite e comunicou à esposa que esbravejou: - Era o que me falatava! E nem tive como recusaar. - Pegou o endereço pelo menos? O esposo deu uma olhadinha sem graça e disse que fariam isso no caminho. E lá foram os dois depois de um banho gelado para despertar. No caminho, ligaram, para o Roberto novamente que atendeu todo contente. O som parecia mais alto ainda e dava para perceber que era um ritmo carnavalesco. Quando o amigo lhe explicou o endereço da festa, a esposa notou uma certa palidez na expressão do marido. - Diga logo o que aconteceu? - Você não vai acreditar, ele fez um suspense. Podemos retornar e deixar o carro em casa. - Por quê? Eles irão nos buscar? - Não... A festa é exatamente onde tudo começou. E, foram ao ensaio da escola de samba relembrar o tempo da mocidade. Texto produzido pelos professores cursistas:


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

SÉTIMO ENCONTRO - GESTAR II - LÍNGUA PORTUGUESA

Retornamos depois das férias com as novidades do encontro realizado em Cuiabá de 10 a 14 de agosto. Marcamos nosso encontro em 29/08 para continuação da nossa jornada.
Os cursistas estavam ansiosos para saber as novidades do encontro. Comentei com eles que a professora Maria Rosa Olímpio ficou muito feliz com os trabalhos que estão sendo realizados por todos nós, formadores e cursistas.
A professora ficou maravilhada com os trabalhos realizados pelos cursistas consultando seus portfólios.
Voltamos ao TP5 unidade 19 e 20 onde lemos o texto "Os urubus e sabiás" do livro "Coesão textual" de Ingedore Villaça Koch.
Os professores comentaram os "avançando na prática" que é o momento mais valioso, pois é nessa hora que as experiências são postas em práticas por cada um.
Passamos para a oficina 10 que era proposta de propaganda.
Os cursistas estravasaram a imaginação criando belas propagandas criativas e bem elaboradas.
COESÃO TEXTUAL:
CONCEITO E MECANISMOS
Texto I – Os urubus e sabiás
( 1 ) Tudo aconteceu numa terra distante, no tempo em que os bichos falavam... (2) Os urubus, aves por natureza becadas, mas sem grandes dotes para o canto, decidiram que, mesmo contra a natureza, eles haveriam de se tornar grandes cantores.( 3 ) E para isto fundaram escolas e importaram professores, gargarejaram dó-ré-mi-fá, mandaram imprimir diplomas, e fizeram competições entre si, para ver quais deles seriam os mais importantes e teriam a permissão de mandar nos outros. ( 4 ) Foi assim que eles organizaram concursos e se deram nomes pomposos, e o sonho de cada urubuzinho, instrutor em início de carreira, era se tornar um respeitável urubu titular, a quem todos chamavam por Vossa Excelência. ( 5 ) tudo ia muito bem até que a doce tranqüilidade da hierarquia dos urubus foi estremecida. ( 6) A floresta foi invadida por bandos de pintassilgos tagarelas, que brincavam com os canários e faziam serenatas com os sabiás... ( 7 ) Os velhos urubus entortaram o bico, o rancor encrespou a testa, e eles convocaram pintassilgos, sabiás e canários para um inquérito. ( 8 ) ”- Onde estão os documentos dos seus concursos? “ ( 9 ) E as pobres aves se olharam perplexas, porque nunca haviam imaginado que tais coisas houvessem. ( 10 ) Não haviam passado por escolas de canto, porque o canto nascera com elas. ( 11) E nunca apresentaram um diploma para provar que sabiam cantar , mas cantavam, simplesmente...( 12) “ – Não, assim não pode ser. Cantar sem a titulação devida é um desrespeito à ordem.” ( 13) E os urubus, em uníssono, expulsaram da floresta os passarinhos que cantavam sem alvarás... ( 14 ) MORAL: Em terra de urubus diplomados não se ouve canto de sabiá. (Rubem Alves, Estórias de Quem Gosta de Ensinar. São Paulo: Cortez Editora, 1984, p.61-62)